quarta-feira, 14 de novembro de 2012

A peleja do tostão contra o milhão

A peleja do tostão contra o milhão 
Por Tony Antunes

           Consumatum est – está consumado a vitória da democracia. O voto limpo. O voto na raça e no peito. Na garganta, um grito preso que se solta: “Liberdaaadeee!! Liberdaaadeee!!Liberdaaadeee!!”
          Nessas eleições descobrimos que o povo não é mais tão besta, como “muitos” imaginavam. Os eleitores, pelo menos em sua maioria, fizeram-se de bestas-zumbis durante quatro anos, a partir da ascensão ao trono de um rei mau, que com sua tirania impôs o medo e o silêncio, mas alimentou fervorosamente o desejo de liberdade nos corações angustiados. No ano da graça de 2012, no dia 07 de novembro do nosso Senhor Jesus Cristo, na terra dos Gangazumas, descobriu-se que os Zumbis não são bestas, todavia, orgulhosamente Zumbis!! Os portões da cidade, antes fechados ao progresso, à paz e à democracia, são postos abaixo pelos Zumbis, tal qual soldados em batalha pela vida, pela integridade de suas famílias, pelo direito de simplesmente falar. O rei que se dizia imbatível, foi enganado até por alguns que se faziam de seus fiéis súditos. Cabisbaixos, prostrados e humilhados, por conta das migalhas que recebiam, na calada dos seus corações, tramaram a derrocada do rei que ficou nu. Nu de toda a sua prepotência, de todo o seu orgulho que por terra, ainda agoniza. Tal qual o imperador Calígula, sofreu o mesmo.
        Calígula era tirano. Era mau. Não tinha sensibilidade. Era quase inumano, não fosse a sua aparência de bípede homo sapiens sapiens, embora fosse um verdadeiro homo ridículos sapiens sapiens.
         A praça central da cidade transformou-se num Manto Vermelho de Paz. Em suas fontes, o povo jovem lavou a alma! Que paradoxo não é? O vermelho ganhar a conotação de bandeira branca, símbolo da paz em que há uma quebra de paradigma num situação contextual que nos mostra: o plebeu que venceu o rei; o pobre-liso que ganhou do rico-rei; o João Grilo que sobrepujou o senhor Coroné. E nesta peleja terrena entre o bem e o mal, vassalos e reis - o povo, graças a Deus venceu! E todos serão felizes durante quatro anos, até que o Zumbi, encabeçador da batalha vencida, possa de fato e de direito, realizar um bom governo onde o direito à educação, saúde, respeito, moradia e paz se façam presentes nesse novo reinado. Salve a democracia! Mesmo que pseudo, salve assim mesmo!!!

sábado, 14 de janeiro de 2012

“O BRASIL REALMENTE NÃO PRECISA DE CENSURA, MAS DE LIMITES ÉTICOS, DE MAIS MORAL E DE MAIS RESPEITO!!!”
PROF. GLEIDISTONE

FORA BBB!!!!

Na madrugada do último sábado dia 07, para o domingo dia 08, no programa horas da TV Globo, um jovem que estava na plateia perguntou ao Boni e ao apresentador do BBB, Pedro Bial: “Vocês gostam de ver tv? E que programas mais assistem” O Boni respondeu que não gostava de ver tv e que não tinha tempo. Já Pedro Bial respondeu: “Eu adoro ver tv, e assisto mais as coisas ruins porque com elas eu aprendo muito...” o que de pronto o mestre Boni interrompeu ao Pedro com a seguinte afirmativa: “Então você assiste muito ao Big Brother!!!!” a plateia foi ao delírio aplaudindo ao mestre da TV brasileira, ao homem que norteou o modo de fazer televisão na américa latina, ou seja, o Boni, que ainda mandou ver quando perguntado se ele poderia dirigir o BBB, ele enfaticamente: “Eu jamais dirigiria o Big Brother!!”
Diante de tal afirmativa do Boni de que o BBB é um programa ruim, e tudo o que é ruim não serve para ser veiculado porque macula a imagem não só a da TV, mas a imagem da nação, além de manipular as cabeças dos jovens deste país. Vale ressaltar que são jovens dorminhocos, sem senso de criticidade e que, no transcorrer da história mostram–se cada vez mais alienados pela música de má qualidade, pelas novelas com extremo poder de influência, pelos filmes violentos, e etc..
Em consonância com os pensamentos de Boni, chegamos a seguinte conclusão:

1.      Chamar os participantes do BBB de herois é uma afronta aos que muito fizeram por este país, haja vista que nada os BBB’s fizeram por esta nação.
2.      Dizer que esse programa é um entretenimento saudável para os brasileiros em geral, também é uma afronta à nossa inteligência.

Pessoal do facebooK vai recomeçar o BBB, e como todos os que têm consciência sabem, é um tipo de programa que só denigre os lares da família brasileira.
Eu, na qualidade de professor, formador de cidadãos, sei que cada um tem o direito de assistir aos programas que quiserem, e é por isto que convoco vocês inteligentes telespectadores, leitores despertos e cidadãos brasileiros para boicotarem esse tipo de incitação à pornografia que, escancaradamente é veiculada pela Grande-Mídia-Globo. Como boicotar esse veículo de deformação social? Divulgando este manifesto. Só isso!!!
Já nos bastam os políticos ladrões que nos assaltam a todo instante!!!!

Ass: Prof. Gleidistone

sábado, 26 de novembro de 2011

ATLETAS PALMARENSES SAGRAM-SE MEDALHISTAS NO XI CAMPEONATO BRASILEIRO DAS LIGAS DE JUDÔ

ATLETAS PALMARENSES SAGRAM-SE MEDALHISTAS NO XI CAMPEONATO BRASILEIRO DAS LIGAS DE JUDÔ

Por Gleidistone Antunes
        A Academia Palmares Judô Clube tem a honra e o orgulho de apresentar à sociedade palmarense, os medalhistas do XI CAMPEONATO BRASILEIRO DAS LIGAS DE JUDÔ 2011, realizado em ASSIS estado de SÃO PAULO, nos dias 11 e 12 de novembro. Atenção para estes nomes que agora figuram nos anais do esporte pernambucano e nacional, são eles: 1º lugares e medalhas de ouro - José Hamiltom e Danrley Queiroga; 2º lugares e medalhas de prata - Gladstony Gomes e Monyke Drielle; 3º lugares e medalhas de bronze - Mellynna Sadara, Anny e Wesley, todos eles, cada qual nas suas categorias.
       Participaram também do certame nacional os atletas Chrystophe Dasayev, Irandi de França e Mosés Jr. Todos esses atletas merecem ser reconhecidos por elevarem o nome dos Palmares aos “píncaros da glória nacional”.
      Parabéns a todos vocês e, principalmente ao Sensei Erivam Lopes - mestre judoca que, pelo esforço e história de perseverança no esporte em nossa cidade há mais de trinta anos, merece receber dos vereadores do nosso município o título de cidadão palmarense. Eis aí uma excelente sugestão aos legisladores que fará juz e reconhecimento ao trabalho desenvolvido em nossa cidade, pelo Sensei Erivam Lopes.

sábado, 8 de outubro de 2011

ATLETA PALMARENSE SAGRA-SE CAMPEÃO PERNAMBUCANO DE JUDO

ATLETA PALMARENSE SAGRA-SE CAMPEÃO
PERNAMBUCANO DE JUDO

A parceria entre ONG – SOS Pólis e a Academia Palmares Judô Clube já começou da dar seus resultados. Neste sábado, na cidade de Jupi, agreste de Pernambuco, sagrou-se Campeão Pernambucano de Judô - o atleta faixa roxa, palmarense de dezesseis anos, Gladstony Gomes.
O jovem campeão está inserido no projeto escolinha de judô, promovido pela ONG - SOS PÓLIS cujo presidente é o senhor José Otávio que, em parceria com o professor Erivan Lopes, desenvolvem a inclusão de garotos na prática de judô.
O pai professor e Eletricista da AEMASUL - Gleidistone e a mãe Lúcia Andréa, estão todos prosas com mais essa façanha do filhote campeão.
O resultado deste campeonato serviu como seletiva para o Campeonato Brasileiro das Ligas de Judô, a ser realizado em São Paulo. Agora a família irá tentar arranjar um patrocínio que ajude ao atleta ir à terra da garoa, onde representará o nome da cidade dos Palmares.
Eis aí uma boa oportunidade dos comerciantes dessa cidade, provarem que também são solidário aos desportos e patrocinarem ao atleta que obtém, pela 5ª vez, o título de Campeão pernambucano, promovido pela Liga Pernambucana de Judô.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

A carapuça no CNJ – Conselho Nacional de Justiça


A carapuça no CNJ – Conselho Nacional de Justiça
Prof. Gleidistone Antunes

Nesta quarta feira, dia 28 de setembro, mês em que comemoramos a independência do Brasil, li uma matéria no Caderno Dois, do Jornal do Commercio, que deixou-me extremamente feliz por entender que o patriotismo não morreu, e que nem tudo está perdido em nosso pais. Refiro-me ao texto que fala sobre o depoimento da corregedora Eliana Calmon. Segundo a matéria, a advogada afirmou: “A magistratura tem sérios problemas de infiltração de bandidos escondidos por trás da toga”. Assim que li o texto, lembrei-me do juiz Nicolau Lalau, que estava infiltrado na magistratura, e de tantos outros (alguns estão presos) que vendiam alvarás de soltura a três por quatro, bastando apenas um mafioso poderoso assinalar com alguns euros ou dólares, uma verdadeira vergonha nacional.
A afirmação da magistrada, obviamente está embasada em documentos oriundos de suas investigações, afinal ela é paga para isto: investigar os ALMAS SEBOSAS, a TURMA DA BANDA PODRE infiltrada da magistratura. Tal afirmação da advogada (com d mudo), porque adevogados(as) com de, existem muitos, mas com o d mudo, são pouquíssimos. Estes últimos são os verdadeiros representantes da justiça em nosso país. O restante é tudo um bando de Lalaus! Como eu estava dizendo e continuo, a firmação da magistrada escandalizou muita gente, que lida diariamente com as leis, inclusive algumas delas desatualizadas e que favorecem muitas “brechas” para os já ditos ADEVOGADOS ou, maus advogados. Mas o que eu quero mesmo frisar na atitude da magistrada é a coragem, a ética e, acima de tudo, a honestidade com a qual a Doutora defende as sua posição de fiscalizadora. Ela está cumprindo muito bem o papel que lhe cabe, no local em que atua, ou seja, a justiça. A magistrada mostrou-se uma mulher honrada, algo que numa boa parte dos magistrados não tem nada de ilibada, estão mais sujos do que pau de galinheiro, a OAB que o diga. Agora, se a carapuça proposta pela Doutora Eliana Calmon, caiu como uma luva na cabeça do magistrado Cezar Peluzo e de alguns dos seus companheiros, é preciso que a magistrada tenha muito cuidado, pois pode acontecer com ela o que aconteceu com sua colega juíza do Rio de Janeiro.
Creio, Oxalá que esteja certo, que não foi a afirmação por si só, da Doutora, que ofendeu parte dos magistrados, mas o simples fato de tais palavras terem sido proferidas por uma mulher, que se mostrou honrada, capaz e de coragem. Que indignada com o que descobriu, abriu o verbo rasgando o brio dos que, por estarem numa posição de status quo, se acham acima da lei. Mas eles esquecem-se de que “onde há o joio, há o trigo” e que ninguém está livre de um dia cometer terríveis erros, mesmo os que ocupam altos cargos.
         Parabéns magistrada Eliana Calmon! É de gente como Vossa Excelência que o Brasil precisa, muito mais do que a maioria dos políticos, que maculam o nosso país.

sábado, 20 de agosto de 2011

John Lennon - Imagine - Vídeo para contextualização das aulas de Língua Inglesa, Filosofia, Sociologia e Religião

Contextualização nas aulas de Língua Inglesa, Filosofia, Socilogia e Religião com a música "Imagine" de John Lennon

       O ensino de Língua Inglesa, tanto nos anos iniciais de estudo, quanto nos ensinos fundamental e médio, deve ser elaborado com vistas à contextualização para que o aluno senta-se estimulado a continuar nesse processo de aprendizagem e que sinta prazer em aprender uma nova língua. 
        A letra da música "Imagine" de John Lennon, nos remete a um contexto social em que se aborda a paz, o amor e questiona um mundo apartado da religião. Esta proposta no oferece um momento de reflexão quanto ao papel da religão nos dias atuais e nos faz indagar acerca de sua importância para os jovens de hoje. esta temática, ao nosso ver, pode ser explorada de maneira transdisciplinar nas aulas de Inglês, Religião, Filosofia e Sociologia.

 
Imagine
John Lennon

Imagine there's no heaven
It's easy if you try
No hell below us
Above us only sky

Imagine all the people
Living for today

Imagine there's no countries
It isn't hard to do
Nothing to kill or die for
And no religion too

Imagine all the people
Living life in peace

You may say
I'm a dreamer
But I'm not the only one
I hope some day
You'll join us
And the world will be as one

Imagine no possessions
I wonder if you can
No need for greed or hunger
A brotherhood of man

Imagine all the people
Sharing all the world

You may say,
I'm a dreamer
But I'm not the only one
I hope some day
You'll join us
And the world will live as one

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

O parágrafo - Prof_Gleidistone

O PARÁGRAFO
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Prof Gleidistone
(Grego: Para = perto, ao lado / grafo = escrevo)

Os textos em prosa (narrativos, descritivos ou dissertativos), são formados, geralmente, por uma ou mais unidades menores chamadas de parágrafo.
Indica-se o parágrafo em um texto, seja ele impresso ou manuscrito, por um pequeno recuo de sua primeira linha em relação à margem esquerda da folha. Inicia-se com letra maiúscula e com o espaçamento em branco entre o anterior e o seguinte.
Do ponto de vista linguístico o parágrafo deve conter uma ideia central, as quais se agregam outras, secundárias, ligadas entre si e relacionadas à ideia central:

    Vida é dor, e acordo com dor de dentes. O dia é belíssimo, um sol de verão invade o barraco; quanto a mim, choro de dor. Choro também por outras razões, mas principalmente de dor.
     A vida é combate. De nada adianta ficar deitado. Levanto-me e começo a fazer ginástica. Ao fletir o tronco, dou com o bilhete de Francisca, em cima da cadeira.


(Moacir Scliar)

Observem que no primeiro parágrafo a ideia central é de que a vida é dor. Em torno dessa ideia, outras (secundárias) são desenvolvidas pelo autor, mas todas intimamente ligadas pelo sentido e relacionadas à ideia central.
Podemos verificar, também, que todo o parágrafo diz respeito a uma só ideia central, quando esta muda (como no segundo parágrafo), deve-se abrir um novo parágrafo, como fez Moacir.


A Estrutura do Parágrafo

A estrutura da maioria dos parágrafos (denominado parágrafo-padrão) organiza-se em três partes: introdução, desenvolvimento e, mais raramente, conclusão. Cabe lembrar que não há um modo rígido para a construção de um parágrafo. Tudo depende da natureza do assunto, do tipo de composição e, principalmente, das preferências de quem escreve. Portanto, o parágrafo na prática não tem regras inflexíveis de aplicação. Mas não há dúvida de que a maioria é assim estruturado, pois é o método mais adequado para assegurar a unidade e coerência do parágrafo.

a) A Introdução é constituída de um ou dois períodos, quase sempre breves, que encerram a ideia central ou a ideia-núcleo, definindo o seu objetivo. A essa ideia-núcleo dá-se o nome de tópico frasal, que pode, não raro, ele mesmo representar sozinho todo o parágrafo.
No texto exemplo, a oração [vida é dor], introduz o assunto e governa o resto do parágrafo; dele nascem outros períodos secundários ou periféricos. É o roteiro do escritor na construção do parágrafo.

b) O Desenvolvimento consiste na explanação da ideia-núcleo, ou seja, o desenvolvimento de ideias secundárias que fundamentam ou esclarecem o tópico frasal:

=> [...], e acordo com dor de dentes. O dia é belíssimo, um sol de verão invade o barraco; quanto a mim, choro de dor. Choro também por outras razões, mas principalmente de dor.

c) A Conclusão nem sempre está presente no parágrafo, especialmente nos mais curtos ou naqueles em que a idéia central não apresenta maior complexidade. A conclusão retoma a idéia central, levando em consideração os diversos aspectos selecionados no desenvolvimento.

(Choro também por outras razões, [mas principalmente de dor).

Exemplificando a Estrutura:

“O maior problema do professor Ari era o salário, que não estava chegando para as despesas. Os outros problemas, também graves, eram consequência da falta de dinheiro. Sustentar a família de mulher e dois filhos era uma ginástica que começava de manhã cedo e ia até tarde da noite.”

A ideia básica desse parágrafo é: "O maior problema do professor Ari era o salário".
Essa ideia básica é complementada, desenvolvida por outras secundárias, mas a ela relacionadas: "Os outros problemas, também graves, eram consequência da falta de dinheiro. Sustentar a família de mulher e dois filhos era uma ginástica que começava de manhã cedo e ia até tarde da noite".

Observações Sobre o Parágrafo:

A divisão de um texto em parágrafos tem a particularidade de facilitar, ao escritor, a estruturação do texto, e a de possibilitar, ao leitor, uma melhor compreensão.
Nas dissertações, os parágrafos são estruturados a partir de uma ideia-núcleo que normalmente é apresentada em sua introdução, desenvolvida e reforçada por uma conclusão. Geralmente ficam entre quatro ou cinco parágrafos (um para a introdução, dois ou três para o desenvolvimento e um para a conclusão).
A fala da personagem em uma narrativa que apresente um discurso direto deve corresponder a um parágrafo. De maneira que essa fala não se confunda com a de outra personagem ou com a do narrador.
Os parágrafos curtos são próprios de textos pequenos como, por exemplo, notícias jornalísticas, revistas, livros didáticos. Já artigos e editoriais costumam ter parágrafos um pouco mais longos. O parágrafo curto pode também ser intercalado no meio de parágrafos longos, com a finalidade de enfatizar uma ideia.
Os parágrafos longos são caracterizados por textos acadêmicos ou científicos, pois se estendem por muitas páginas devido à complexidade das ideias e explicações.