segunda-feira, 10 de abril de 2023

Bandido bom é bandido crucificado (Por José Barbosa Junior)


Bandido bom é

bandido crucificado

Por José Barbosa Junior

 

Relembrar esta data traz consigo significados para além da espiritualidade, transpondo a barreira religiosa do fato. Jesus foi morto por desafiar um sistema perverso, que aliou um Império cruel e genocida a uma religião vendida e ameaçada pela mensagem de libertação do profeta galileu.

Reforçando a ideia defendida por Marx, de que a história acontece “primeiro como tragédia, depois como farsa”, não tenho dúvidas em denunciar que vivemos uma farsa terrível, fantasiada de moralismo e que insiste em fazer alusão à fé cristã.

Nada mais mentiroso! Nada mais falso! Nada mais perverso.

Vivemos hoje, no Brasil, a grande farsa evangélica messiânica, que atribui a Jair Bolsonaro todos os requisitos para classificá-lo como um Anticristo, apoiado por uma igreja corrompida e conivente, que em nada faz lembrar o crucificado.

Jesus subverteu sistemas e dogmas religiosos. É a antítese do que se esperava como Messias. É pobre, periférico, não branco, agitador… Desafia poderes imperiais e religiosos com palavras de amor e chamando a humanidade à comunidade, a repartir riquezas, a não oprimir ninguém, e à experiência de novos céus e nova terra como um “paraíso de igualdade”.

Percebam bem: é fácil falar de nova terra, mas precisamos resgatar o sentido de “novo céu”… É preciso uma outra espiritualidade, uma nova percepção do transcendente. Basta da religião que oprime e segrega. Que venha a espiritualidade que une, iguala e expõe as opressões e horrores dos poderosos.

Isso tudo para dizer que quem defende isso, tanto lá quanto cá, será visto como ameaça e perigo: um bandido. O bandido é o que subverte a Lei estabelecida. Jesus foi um deles. E foi tratado como tal. Preso, torturado e morto.

Para a religião que domina, bandido bom é bandido crucificado.

Mas… Como diz um outro barbudo que a gente conhece bem: “podem até me prender ou tentarem me matar. Mas não matarão e nem prenderão as minhas idéias. Elas já estão por aí…”

É por isso que a história não termina na sexta-feira, mas no domingo.

Porque cremos em ressurreições!

 

 *José Barbosa Junior – Teólogo e Pastor da Comunidade Batista do Caminho em Belo Horizonte

https://jornalistaslivres.org/bandido-bom-e-bandido-crucificado/

segunda-feira, 3 de abril de 2023

NEONAZI-FASCISMO NO BRASIL TUPINIQUIM (Gleidistone Antunes)

 


NEONAZI-FASCISMO

NO BRASIL TUPINIQUIM

Gleidistone Antunes

 

Estamos vivendo num mundo em pânico. O planeta está carente, as pessoas estão carentes, as religiões não estão ‘religando’ os homens a Cristo. Nem elas mesmas estão ligadas ao Divino. Estão corrompidas desde o século IV, quando começou a vender o nome daquele que morreu de braços abertos por um só propósito: a Paz Universal. Mas não dava dinheiro, porque ele era CARIDOSO, e caridade não dá dinheiro, dá muito trabalho, e isso na maioria das vezes, os líderes religiosos não querem. Trabalho vem do latim tripalium - termo utilizado para designar instrumento de tortura.

As guerras, há muitos anos, pipocam nos quatro cantos do mundo em nome de propósitos escusos.  Todavia, ninguém que promove guerra tem a honestidade para confessar: “Nós matamos para roubar, para tomar posse do que é de outro país, de outro povo”. Sempre inventam uma desculpa, mas tudo é pelo poder, não tem essa de que é “de coração pra coração! ” Nada é por amor, nem pelo outro, nem pelo povo. Tudo é pelo simples propósito da ganância e da maldade.

As guerras sempre se pautam e invocam “nobres motivos”, mas matam em nome da paz, em nome de Deus, da civilização e em nome do progresso, em nome da democracia e, se por via das dúvidas, todas essas mentiras não alcançar seu intento de convencer aos enganados, os grandes meios de comunicação inventarão grandes inimigos imaginários, ladrões imaginários, marginais imaginários para justificar a conversão do mundo em um grande manicômio de covardes, exploradores, assassinos, genocidas... ou seja, um mundo de Neonazi-fascistas, como está ocorrendo em nosso país tupiniquim – chamado Brasil.   














REFERÊNCIA:

https://www.brasildefato.com.br/2021/08/17/vinculo-de-bolsonaro-com-neonazismo-e-claro-e-concreto-diz-professora-que-achou-carta-em-site



domingo, 26 de fevereiro de 2023

QUEM SÃO OS ELEITORES BOLSONARISTAS E SEU MITO? Por Gleidistone Antunes

 

QUEM SÃO OS ELEITORES

 BOLSONARISTAS E SEU MITO?


Antes de tudo, é preciso entender que o eleitor bolsonarista não vai ficar constrangido, ou mudar de opinião vendo ou ouvindo a diareia mental e o rebosteio que as ideias do seu psicopata de estimação provocam.

Isso exige um outro patamar de civilidade, de sensibilidade humana, o que para eles é quase que inalcançável.

Eles não estão nem aí para os argumentos comprobatórios, nem para os fatos concretos, nem pela história nazifascista, que se repetiu durante o mandato do miliciano - na tentativa de se estabelecer de fato, e por mais quatro anos, um governo de matadores, torturadores, evangélicos “radicais” que mentem, apontam, julgam, condenam e matam em nome de Jesus. Não estão nem aí para dados técnicos e científicos das mortes na pandemia, pela falta de articulação política e econômica. Não estão nem aí para as vidas dos nossos indígenas, verdadeiros donos desta terra. Não querem nem saber de se esclarecer como foi, para quem foi e o que foi o governo do falso patriota, que fugiu mesmo antes de terminar o seu mandato. Não se interessam por saber de fato, das ações maléficas do seu “ídolo de ouro”, do seu “mito” (palavra derivada de mithos, algo que não existe).

O que os eleitores do Bolsonaro querem mesmo é saber que seu ‘Anjo”, mesmo caído, seja um amplificador dos seus próprios preconceitos, uma metralhadora de frases de efeito, daí a empatia. O genocida, é uma autoimagem de muitos brasileiros e brasileiras: racistas, homofóbicos, misóginos, sádicos e subletrados.

Todo mundo tem um Psicopata, um doente, um bandido perto de si, dizendo diariamente o que ele (o dito mito) tem alardeado aos quatro cantos do país, um amigo, um marido, um tio um avô, um colega de trabalho. Mas Bolsonaro, definitivamente não é um mito, ele é o espelho da ignorância humana!

segunda-feira, 24 de outubro de 2022

ATAQUE ÀS INSTITUIÇÕES PÚBLICAS, AOS POLICIAIS FEDERAIS E À DEMOCRACIA TÊM SIDO CONSTANTES NAS AÇÕES DE BANDIDAGEM DO EX-DEPUTADO ROBERTO JEFFERSON, ARAUTO DO ÓDIO, DA MATANÇA E DO TERROR!

 


ATAQUE ÀS INSTITUIÇÕES PÚBLICAS, AOS POLICIAIS FEDERAIS E À DEMOCRACIA TÊM SIDO CONSTANTES NAS AÇÕES DE BANDIDAGEM DO EX-DEPUTADO ROBERTO JEFFERSON, ARAUTO DO ÓDIO, DA MATANÇA E DO TERROR! 

A tentativa de homicídio, praticada pelo bosonarista de carteirinha, amigo de Bolsonaro (que agora, covardemente, nega ser amiguinho) e seu ferrenho defensor, tem demonstrado ao povo brasileiro a que veio essa facção fascista, que é um misto de religiosos das Associações das Assembleias de Deus, com grupos armados fundamentalistas, capazes de atos de terrorismo contra a liberdade de pensamento e de expressão dos que se apresentarem a favor da vida, do desarmamento, da paz e da harmonia nesta nação que vive há muitos anos um clima de fome, violência e toda espécie de corrupção.

Esse acontecimento não foi assim a ermo, foi propositalmente articulado para testar a capacidade das ações dos que representam a Justiça – os Ministros, a Polícia Federal, a Polícia Civil, polícia Militar e os demais órgãos que lutam diuturnamente contra qualquer tipo de crime praticado pela bandidagem. Pois bem, essa atitude articulada somente visa desmoralizar as Instituições, para mostrar ao povo que quem tem poder econômico e político, aqui neste país, pode tudo. E eles assim demonstraram.

Se esses crimes (tentativa de homicídio) do último domingo (23/10) contra a vida dos policiais federais tivesse sido praticada por um pobre, mesmo branco, ou preto, mas sendo pobre, certamente, e já temos visto isso há tempos, os coitados já estariam mortos. A exemplo disso temos o caso de um cidadão de bem ter sido asfixiado dentro da mala de uma viatura da PF, sem mencionar outras tantas aberrações praticadas em nome da Lei, mas Lei para pobre. A Lei para os pés-de-chinelo não tem.

Durante a condução do criminoso, ex-deputado Roberto Jefferson, à sede da Polícia Federal, só faltou servir um cafezinho para ele. Foi um festival midiático, que possivelmente não vai dar em nada. Logo-logo ele, o meliante, sairá pela porta da frente. Vai alegar estar doentemente grave, a dita “Justiça”, como uma ninfeta, vai receber seu “cala a boca”, e o “carinha”, mais uma vez, vai dormir esparramado nos seus lençóis de seda.

É uma pena que gentália, dessa laia, por ter dinheiro e poder político, por ser amigo do presidente, não vá pagar pelo crime que cometeu contra policiais sérios, pais de família no cumprimento do seu dever. A Lei, neste país já era há muito tempo, foi colocada no esgoto da nossa história por quem tem dinheiro, muito dinheiro. Sobretudo quando os advogados são “amiguinhos” dos juízes, desembargadores e ministros.


Tenho dito, senhores(as)!


segunda-feira, 17 de outubro de 2022

EXTRA! EXTRA! EXTRA! O SUJO, EX-JUIZ, QUE FALOU DO MAL LAVADO, AGORA SE JUNTA AO BOLSONARO E EVIDENCIA QUE É TÃO COVARDE QUANTO O PRESIDENTE MILICIANO!

EXTRA! EXTRA! EXTRA!

O SUJO, EX-JUIZ, QUE FALOU DO MAL LAVADO, AGORA SE JUNTA AO BOLSONARO E EVIDENCIA QUE É TÃO COVARDE QUANTO O PRESIDENTE MILICIANO!


Novamente aliado do presidente Jair Bolsonaro (PL), o ex-ministro Sérgio Moro (União Brasil) passou boa parte deste ano criticando o chefe do Executivo. Ex-juiz da Lava Jato, Moro foi pré-candidato à Presidência da República e se apresentava como uma opção aos eleitores que não desejavam votar nem Lula nem Bolsonaro. Antes de fazer as pazes com o presidente, Moro o atacou nos temas corrupção, economia e política externa, por exemplo. Ainda no primeiro turno das eleições, porém, declarou apoio ao chefe do Planalto - em busca dos votos bolsonaristas que o ajudaram a se eleger senador pelo Paraná - e ficou ao lado dele no debate presidencial da Band TV neste domingo, 17.

Ainda durante sua tentativa de se tornar presidente, Moro chegou a dizer que Jair Bolsonaro não era digno da Presidência. Em janeiro, o ex-ministro afirmou que o presidente mente, “assim como Lula”, e que nada do que ele fala deveria ser levado a sério.




Em março, Moro compartilhou uma matéria do Estadão sobre a redução das investigações sobre corrupção no governo Bolsonaro. Em publicação nas redes sociais, o ex-juiz insinuou “haver uma razão” para tal, dando a entender que o presidente dificultava o combate à corrupção.

Moro foi ministro da Justiça de Bolsonaro até abril de 2020. Ele se demitiu alegando que o chefe do Executivo tentava interferir na Polícia Federal. À época, Bolsonaro havia demitido o diretor-geral da corporação, Maurício Valeixo, sem expor motivos plausíveis. Valeixo havia sido indicado por Moro.


Com a intenção de se aproximar do eleitor de centro, Moro passou a juntar Lula e Bolsonaro na mesma categoria, tentando associar a ambos a pecha de corruptos. Em publicação de janeiro nas redes sociais, o ex-juiz desafiou os dois a “abrir as contas”. No caso do presidente, o alvo da acusação era o suposto esquema de “rachadinha” em seu gabinete de deputado federal.


Em abril, Moro criticou o fato de o presidente Jair Bolsonaro decretar sigilo de 100 anos em processos e documentos do governo. Como mostrou o Estadão, essa prática é recorrente pelo chefe do Executivo e já atingiu até mesmo as visitas recebidas pela primeira-dama Michelle Bolsonaro no Palácio da Alvorada.O ex-juiz afirmou, em tom irônico, que o presidente poderia decretar sigilo sobre seus tweets.


Em fevereiro, Moro criticou a visita do presidente ao Kremlin, sede do governo da Rússia, quando o cenário político da região já apontava para a iminência da guerra contra a Ucrânia. Segundo o ex-juiz, Bolsonaro fez papel de “trapalhão” e demonstrou “incrível capacidade de estar no lugar errado e na hora errada”.

Naquelas semanas, o ex-ministro fez uma série de publicações criticando a neutralidade do governo brasileiro diante da invasão russa à Ucrânia. Moro chegou a dizer que, se fosse eleito presidente, faria diferente e condenaria o presidente russo, Vladimir Putin, pela ofensiva.


No início do ano, Moro chamou Bolsonaro de “covarde” e disse que “falta coragem” ao presidente. Semanas antes, Bolsonaro havia chamado Moro de “um idiota aí” ao comentar a pré-candidatura do ex-juiz à Presidência. “Tem um idiota aí agora, não vou falar o nome dele: ‘Ah, comigo a economia vai ser inclusiva, sustentável’. Esse cara passou aí um ano e pouco no meu governo, nunca abriu a boca em reunião de ministros”, disse Bolsonaro, em dezembro de 2021.



BASE DO TEXTO

https://www.msn.com/pt-br/noticias/brasil/relembre-críticas-de-sérgio-moro-a-bolsonaro-antes-de-auxiliar-o-presidente-no-debate-da-band/ar-AA133dJF?ocid=msedgdhp&pc=U531&cvid=596348bff1434ef3b557dda2b0200f83#image=3

terça-feira, 11 de outubro de 2022

QUAIS OS PRINCIPAIS RETROCESSOS DO BRASIL NO COMBATE À CORRUPÇÃO COM BOLSONARO NO PODER?

 

Bolsonaro e Sergio Moro acenam  

Imagem: Sergio Lima/Poder 360

QUAIS OS PRINCIPAIS RETROCESSOS DO BRASIL NO COMBATE À CORRUPÇÃO COM BOLSONARO NO PODER?

Sob a gestão de Jair Bolsonaro, que prometeu acabar com a corrupção, o Brasil foi rebaixado na avaliação que monitora como governos estão implementando um dos principais tratados internacionais de combate à corrupção criado pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

Entre os inúmeros retrocessos, o exame cita a interferência política nos órgãos de combate à corrupção no país por parte do Executivo, a perda de independência da Procuradoria-Geral da República e da Polícia Federal, o fim das Forças Tarefas e a falta de transparência. O Brasil foi um dos nove casos de países que viram as piores quedas em suas avaliações nos últimos anos.

Intensificados a partir de 2019, os principais retrocessos do Brasil no combate à corrupção que precisam ser enfrentados caso o país queira retornar ao caminho de fortalecimento dessa agenda:


  • Interferência do governo federal em órgãos anticorrupção como COAF e Receita Federal;

  • Perda de independência na atuação da Procuradoria-Geral da República;

  • Esquema do “orçamento secreto”, que foi uma forma encontrada pelo Executivo e Legislativo para usar o orçamento como moeda de troca sem a mínima possibilidade de controle da sociedade e dos órgãos de fiscalização sobre o critério e destinação desses recursos;

  • Imposição de sigilos ilegais, desrespeitando garantias previstas na Lei de Acesso à Informação (LAI);

  • Ataques sistemáticos e campanhas de desinformação com o objetivo de deslegitimar o processo eleitoral por parte do presidente Bolsonaro;

  • Redução do combate aos crimes ambientais e das práticas de corrupção que viabilizam sua ocorrência e dificultam a sua responsabilização.


O QUE É A UNCAC?


A UNCAC é o único instrumento global vinculante de combate à corrupção, tendo sido ratificada por 189 países. A convenção foi assinada pelo Brasil em 2003 e ratificada em 2005. O tratado entrou em vigor para todos os países-membros em dezembro de 2005.


BASE DESTE TEXTO

https://transparenciainternacional.org.br/posts/avancos-importantes-no-combate-a-corrupcao-estao-correndo-risco-no-brasil/


domingo, 25 de setembro de 2022

JOVENS EVANGÉLICOS DECLARAM VOTO EM LULA E SE REBELAM CONTRA PASTORES QUE NEGOCIAM APOIO A BOLSONARO!

 

JOVENS EVANGÉLICOS DECLARAM VOTO EM LULA E SE REBELAM CONTRA PASTORES QUE NEGOCIAM APOIO A BOLSONARO!


Silas Malafaia - Foto: Lula Marques/AgênciaPT

Essa parcela dos evangélicos não aceita 

a negociação financeira feita 

por chefes de igrejas!


Uma reportagem do jornalista Rayanderson Guerra, publicada no jornal Estado de S. Paulo, revela um fenômeno novo e bastante interessante nas igrejas evangélicas. Jovens fiéis estão se rebelando contra a venda de apoio feita por donos de igrejas, que, muitas vezes, se comportam como empresários que negociam o apoio de seus rebanhos.

“A disputa pelo voto cristão, protagonizada pelo presidente Jair Bolsonaro, candidato à reeleição pelo PL, e pelo presidenciável do PT, ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, está rachando igrejas evangélicas no Brasil. Enquanto as cúpulas das denominações abraçam o bolsonarismo e tentam influenciar o voto dos fiéis, evangélicos jovens e de baixa renda rompem com grandes congregações e declaram apoio ao petista. Jovens, mulheres e eleitores de periferia, onde Lula se sai melhor, lideram a mudança. Há ainda casos de pessoas que, cansadas do tom político de alguns eventos, se afastam dos cultos”, escreve o jornalista.


"Vinícius do Vale, doutor em Ciência Política pela USP e diretor do Observatório Evangélico, confirma que o amplo apoio a Bolsonaro por pastores e a politização dos cultos estão afastando fiéis divergentes", prossegue o repórter.


Na realidade, muitos pastores bolsonaristas, como Silas Malafaia, são grandes empresários, que negociam apoios em função de seus próprios interesses.


REFERENCIA


https://www.santanaoxente.net/index.php/nacional/2437-jovens-evangelicos-declaram-voto-em-lula-e-se-rebelam-contra-pastores-que-negociam-apoio-a-bolsonaro