quinta-feira, 7 de maio de 2015

NÃO AO RACISMO NA ESCOLA!!!


NÃO AO RACISMO NA ESCOLA!!!

PESSOAL, NA MORAL!!!

Hoje presenciei uma situação de racismo sofrida por uma de minhas ex-alunas. Fiquei indignado, fui atrás dos dois agressores, que não perceberam que eu havia visto a agressão.
Conversei com eles e os fiz entender que não praticaram o bullying, mas uma triste e deprimente demonstração de racismo contra uma garota, somente porque ela tem a cor da pele negra.
Expliquei para eles que o bulliyng inferioriza e o racismo, para além de inferiorizar, desumaniza o ser humano.
Fiz com eles sentissem a gravidade do que fizeram, mesmo sendo seres humanos, e por isso não tinham nada de mais especial do que a garota ofendida.
Mostrei-lhes que, humanamente, não existem raças diferentes, pois todos somos humanos. Independente da cor, das crenças e da classe social.
Senti que os meninos ficaram muito envergonhados. Vieram me pedir desculpas, mas eu falei que não era para mim que deveriam se desculpar, mas com a garota que eles humilharam.
O resultado disso? Procuraram-na nos corredores do colégio. Ao encontrá-la, os rapazes se aproximaram, a menina totalmente assustada, tentou se esquivar, mas não deu tempo.
Um deles com os olhos lacrimejados pediu perdão e lhe estendeu a mão. O outro também emocionado pediu desculpas, dizendo que aquilo não aconteceria novamente.
Sabem qual foi a resposta da garota?

-Se errar é humano, perdoar é divino!!!"

Então se abraçaram e tudo terminou, graças a Deus, divinamente bem!!!!
Por isso, ao ver uma situação de racismo ou bulliying denuncie. Se tiver a chance, e puder, converse com os agressores. Tente lhes mostrar que todos somos um, por sermos humanos e termos as mesmas necessidades físicas, espirituais, psicológicas e, acima de tudo: somos todos necessitados de amor fraternal

A todos - Paz profunda!!!!

GIZ DE SANGUE






GIZ DE SANGUE

Não haveria doutor
Se não houvesse professor
Diante do quadro-negro
E o que seria do mundo
Se o saber mais profundo
Permanecesse em segredo?

Seríamos uma sociedade cega

Como na Idade da Pedra
Se não tivéssemos mestres
E a nossa sabedoria

Numa parede caberia
Como arte rupestre.

O mestre tem como preceito
Estimular a luta pelos direitos
E por não ser hipócrita
Veste a armadura da dignidade
Empunha a espada da verdade
E declara a guerra ideológica.

Então levanta a sua voz
Contra o Governo atroz
Durante uma pacífica luta
E sai caminhando nas ruas
Tendo como bandeira as suas
Reivindicações mais justas.

Mas muitos daqueles alunos
Que sentaram-se em turnos
Para com ele aprender
Usando força desmedida
Quase lhe tiram a vida
Fazendo seu sangue verter.

Antes ele escrevia com giz
Traçando a diretriz
Para a alheia realização
Mas hoje triste se constrange
Ao escrever com sangue
A dor da sua indignação.


segunda-feira, 4 de maio de 2015

Especialista explica como a mídia brasileira manipula (aliena) você

  Especialista explica como a mídia brasileira manipula (aliena) você


Escritor do livro bomba que em breve será lançado no Brasil falando sobre as sujeiras da mídia brasileira e o oráculo chamado Rede Globo, conta em artigo exclusivo como a mídia brasileira manipula a população


O especialista em comunicação e doutor em ciências politicas, Marcos de Barros, escreveu o artigo a seguir para o Portal, baseado em seu estudo acadêmico lançado na última semana em uma universidade nos Estados Unidos.
Ele conta sua experiência e algumas de suas observações durante seu estudo, que em breve deve ser lançado no país como livro bomba, contando as sujeiras da mídia brasileira e o oráculo chamado Rede Globo.


Leia a seguir:

Os brasileiros no exterior que acompanham o noticiário brasileiro pela internet têm a impressão de que o país nunca esteve tão mal. Explodem os casos de corrupção, a crise ronda a economia, a inflação está de volta, e o país vive imerso no caos moral. Isso é o que querem nos fazer crer as redações jornalísticas do eixo Rio – São Paulo. Com seus gatekeepers escolhidos a dedo, Folha de S. Paulo, Estadão, Veja e O Globo investem pesadamente no caos com duas intenções: inviabilizar o governo da presidenta Dilma Rousseff e destruir a imagem pública do ex-presidente Lula da Silva. Até aí nada novo.


Tanto Lula quanto Dilma sabem que a mídia não lhes dará trégua, embora não tenham – nem terão – a coragem de uma Cristina Kirchner de levar a cabo uma nova legislação que democratize os meios de comunicação e redistribua as verbas para o setor. Pelo contrário, a Polícia Federal segue perseguindo as rádios comunitárias e os conglomerados de mídia Globo/Veja celebram os recordes de cotas de publicidade governamentais. O PT sofre da síndrome de Estocolmo (aquela na qual o sequestrado se apaixona pelo sequestrador) e o exemplo mais emblemático disso é a posição de Marta Suplicy como colunista de um jornal, cuja marca tem sido o linchamento e a inviabilização política das duas administrações petistas em São Paulo.
O que chama a atenção na nova onda conservadora é o time de intelectuais e artistas com uma retórica que amedronta. Que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso use a gramática sociológica para confundir os menos atentos já era de se esperar, como é o caso das análises de Demétrio Magnoli, especialista sênior da imprensa em todas as áreas do conhecimento. Nunca alguém assumiu com tanta maestria e com tanta desenvoltura papel tão medíocre quanto Magnoli: especialista em políticas públicas, cotas raciais, sindicalismo, movimentos sociais, comunicação, direitos humanos, política internacional… Demétrio Magnoli é o porta-voz maior do que a direita brasileira tem de pior, ainda que seus artigos não resistam a uma análise crítica.
Agora, a nova cruzada moral recebe, além dos já conhecidos defensores dos “valores civilizatórios”, nomes como Ferreira Gullar e João Ubaldo Ribeiro. A raiva com que escrevem poderia ser canalizada para causas bem mais nobres, se ambos não se deixassem cativar pelo canto da sereia. Eles assumiram a construção midiática do escândalo, e do que chamam de degenerescência moral, com o fato. E, porque estão convencidos de que o país está em perigo, de que o ex-presidente Lula é a encarnação do mal, e de que o PT deve ser extinguido para que o país sobreviva, reproduzem a retórica dos conglomerados de mídia com uma ingenuidade inconcebível para quem tanto nos inspirou com sua imaginação literária.
Ferreira Gullar e João Ubaldo Ribeiro fazem parte agora daquela intelligentsia nacional que dá legitimidade científica a uma insidiosa prática jornalística que tem na Veja sua maior expressão. Para além das divergências ideológicas com o projeto político do PT – as quais eu também tenho -, o discurso político que emana dos colunistas dos jornalões paulistanos/cariocas impressiona pela brutalidade. Os mais sofisticados sugerem que a exemplo de Getúlio Vargas, o ex-presidente Lula cometa suicídio; os menos cínicos celebraram o “câncer” como a única forma de imobilizá-lo. Os leitores de tais jornais, claro, celebram seus argumentos com comentários irreproduzíveis aqui.
Quais os limites da retórica de ódio contra o ex-presidente metalúrgico? Seria o ódio contra o seu papel político, a sua condição nordestina, o lugar que ocupa no imaginário das elites?
Como figuras públicas tão preparadas para a leitura social do mundo se juntam ao coro de um discurso tão cruel e tão covarde, já fartamente reproduzido pelos colunistas de sempre? Se a morte biológica do inimigo político já é celebrada abertamente – e a morte simbólica ritualizada cotidianamente nos discursos desumanizadores – estaríamos inaugurando uma nova etapa no jornalismo lombrosiano?
Para além da nossa condenação aos crimes cometidos por dirigentes dos partidos políticos na era Lula, os textos de Demétrio Magnoli , Marco Antonio Villa, Ricardo Noblat , Merval Pereira, Dora Kramer, Reinaldo Azevedo, Augusto Nunes, Eliane Catanhede, além dos que agora se somam a eles, são fontes preciosas para as futuras gerações de jornalistas e estudiosos da comunicação entenderem o que Perseu Abramo chamou apropriadamente de “padrões de manipulação” na mídia brasileira. Seus textos serão utilizados nas disciplinas de ontologia jornalística não apenas com o exemplos concretos da falência ética do jornalismo tal qual entendíamos até aqui, mas também como sintoma dos novos desafios para uma profissão cada vez mais dominada por uma economia da moralidade que confere legitimidade à práticas corporativas inquisitoriais vendidas como de interesse público.
Somos todos reféns da meia dúzia de jornais que definem o que é notícia, as práticas de corrupção que merecem ser condenadas, e, incrivelmente, quais e como devem ser julgadas pela mais alta corte de Justiça do país. Na última sessão do julgamento da ação penal 470, por exemplo, um furioso ministro-relator exigia a distribuição antecipada do voto do ministro-revisor para agilizar o trabalho da imprensa (!). O STF se transformou na nova arena midiática onde o enredo jornalístico do espetáculo da punição exemplar vai sendo sancionado.
Depois de cinco anos morando fora do país, estou menos convencido por que diabos tenho um diploma de jornalismo em minhas mãos. Por outro lado, estou mais convencido de que estou melhor informado sobre o Brasil assistindo à imprensa internacional. Foi pelas agências de notícias internacionais que informei aos meus amigos no Brasil de que a política externa do ex-presidente metalúrgico se transformou em tema padrão na cobertura jornalística por aqui. Informei-lhes que o protagonismo político do Brasil na mediação de um acordo nuclear entre Irã e Turquia recebeu atenção muito mais generosa da mídia estadunidense, ainda que boicotado na mídia nacional. Informei-lhes que acompanhei daqui o presidente analfabeto receber o título de doutor honoris causa em instituições europeias, e avisei-lhes que por causa da política soberana do governo do presidente metalúrgico, ser brasileiro no exterior passou a ter uma outra conotação. O Brasil finalmente recebeu um status de respeitabilidade e o presidente nordestino projetou para o mundo nossa estratégia de uma América Latina soberana.
Meus amigos no Brasil são privados do direito à informação e continuarão a ser porque nem o governo federal nem o Congresso Nacional estão dispostos a pagar o preço por uma “reforma” em área tão estratégica e tão fundamental para o exercício da cidadania.
Com 70% de aprovação popular, e com os movimentos sociais nas ruas, Lula da Silva não teve coragem de enfrentar o monstro e agora paga caro por sua covardia. Terá a Dilma coragem com aprovação semelhante, ou nossa meia dúzia de Murdochs seguirão intocáveis sob o manto da liberdade de e(i)mprensa?
O “The Washington Post”, um dos jornais norte-americanos mais respeitados e lidos em todo o mundo, relatou o poder de influência das novelas na vida dos brasileiros, em seu artigo “Brazil’s Novelas May Affect Viewers’Lifes” (Novelas do Brasil podem afetar as vidas dos telespectadores) . Um dos trechos do artigo diz : “No Brazil, um país que, na média, assiste mais à televisão que qualquer outro país, exceto o Reino Unido, novelas tem um efeito mais duradouro ao influenciar escolhas no estilo de vida, dizem os pesquisadores. As novelas se tornaram uma parte muito importante na sociedade brasileira”.
A população é facilmente influenciada pela mídia principalmente quando está relacionada a novelas. Nestas, heróis nacionais são criados – ficcionais ou não. Acaba uma novela e inicia outra e os modelos de comportamentos, beleza, moda e outros vão se alterando. Mudam os personagens, a trama e os assuntos abordados e a sociedade vai respondendo a este estímulo produzido. Os padrões difundidos são copiados e seguidos, porém, as pessoas não conseguem adaptá-los a uma vida real, o que gera ansiedade, angústia e frustração.
Assistir televisão, navegar na Internet, falar ao celular são coisas do cotidiano da maioria da população mundial. Somos, todos os dias, bombardeados por diversas mídias que, em comum, têm o objetivo de nos vender alguma coisa: uma ideia, um produto, um sonho, etc. E essa tecnologia influencia o tempo todo a sociedade e em consequência, a educação, tanto informal quanto formal. Podemos afirmar que a vida e a interação humana são mediadas e controladas pelos meios de comunicação. E é neste ambiente de interação com o mundo e significação que desde pequena a criança é colocada à frente da televisão e esta então se apresenta como parte integrante da família por ser uma boa “babá eletrônica”. Como negar a influência da TV, presente na quase totalidade dos domicílios brasileiros, sobre as formações das identidades sociais?
Quando ouvimos falar que a mídia representa o "Quarto Poder" em uma nação, é preciso avaliar como isso é verdade e o quanto estamos sujeitos a ela e a todas as suas variáveis. A mídia influencia as pessoas no modo de agir, de pensar e até no modo de se vestir. Ela cria as demandas, orienta os costumes e hábitos da sociedade, além de definir estilos, bordões e discussões sociais. A mídia dita as regras, as tendências, os padrões de beleza, os ídolos a serem adorados e seguidos, impondo padrões de beleza cada vez mais inatingíveis. E impulsiona homens e mulheres em busca daquele corpinho que só o photoshop sabe produzir.
A produção da indústria cultural é direcionada para o retorno de lucros tendo como base padrões de imagem cultural preestabelecida e capazes de conquistar o interesse das massas sem trabalhar o caráter crítico do espectador. Os adolescentes são bombardeados com produções e marcas internacionais e as crianças estão à mercê dos desenhos infantis. Dessa forma, seria impossível a escola, ou os pais das crianças ignorarem os robôs que falam, as naves espaciais que a todos fascinam, a capacidade de voar e de se transformar, de transformas coisas, a magia, o poder e o terror trazido pelos monstros e vampiros; as lutas do bem contra o mal nos desenhos animados, a violência mostrada nos noticiários. Alguns dos programas de TV apresentam constantemente valores questionáveis. Essas mensagens irão determinar como nossos filhos serão? Irão determinar sua honestidade, solidariedade, respeito e outros valores?
Segundo Marilena Chauí:

A produção ideológica da ilusão social tem como finalidade fazer com que todas as classes sociais aceitem as condições em que vivem, julgando-as naturais, normais, corretas, justas, sem pretender transformá-las ou conhecê-las realmente, sem levar em conta que há uma contradição profunda entre as condições reais em que vivemos e as ideias”.

Contudo, além de não podermos subestimar o poder da influência da mídia na vida das pessoas, também não podemos ignorar a importância desta, caso seja utilizada de forma mais ética e consciente. Quero dizer que o poder que os veículos de comunicação têm para mobilizar as pessoas é muito grande e pode ser usado para o bem ou para o mal. Campanhas de doação de sangue, de vacinação, de incentivo à reciclagem, para economizar água, pela paz, para ajudar pessoas, e muitas outras, quando divulgadas e incentivadas pela mídia ganham proporções enormes e trazem resultados muito além do esperado.
Os meios de comunicação em massa devem contribuir para a valorização da diversidade cultural, a promoção dos direitos humanos, no combate a todo tipo de violência, no acesso à informação, entre outros. Esta deveria ser sua função primordial.


FONTE:















sexta-feira, 1 de maio de 2015

BANCO BRADESCO “CASTIGA” SEUS CLIENTES NA CIDADE DOS PALMARES!!!

  BANCO BRADESCO “CASTIGA” SEUS CLIENTES NA CIDADE 
DOS PALMARES!!!


Pessoal, na moral!!!!

A manchete acima, com a palavra CASTIGO, posta entre aspas, traduz o tratamento escravagista que a instituição Bradesco oferece aos seus clientes pobres, que recebem seus parcos salários numa fila que mais parece o pagamento dos cortadores de cana às portas dos barracões de engenho da Zona Rural.
Funcionários de prefeituras, do estado, e de empresas da região são obrigados a receberem seus míseros salários no banco Bradesco dos Palmares, que põe treze caixas eletrônicos, mas que somente um, funciona nos finais de semana.

 
  Neste último sábado, dia 2 de maio, apenas um caixa, dos treze, estava funcionando. A fila era enorme. Pessoas reclamando por estarem há duas horas na ali, sem nenhuma condição de conforto, haja vista que o calor estava insuportável. O condicionador de ar estava desligado. Muitas pessoas idosas sentindo-se mal, mulheres com crianças já sem camisas, por conta do calor. O cheiro de suor exalando no ar tal qual uma sauna de tão quente. O sistema do caixa estava lento, a ponto de muita gente levar até vinte minutos para sacarem seus salários. Afinal, nem todo mundo sabe mexer nos caixas para sacar seu dinheiro, por isso a demora.

  

Agora fica a pergunta (e gostaria muito que fosse respondida pelos responsáveis do Bradesco):

O que os senhores donos do banco Bradesco fazem com os seus lucros bilionários, obtidos com os altos encargos que nós pagamos pelos péssimos serviços prestados a nós, por essa instituição?

Está mais do que na hora dos responsáveis pelo banco Bradesco da cidade dos Palmares tomarem tino na cara, e terem mais responsabilidades em não tratarem seus clientes como um rebanho de gado humano.
 

Como prova do descaso, desconforto e constrangimento impostos pelo Bradesco Palmares aos seus clientes, posto junto com o presente texto, um vídeo filmado com o meu celular no sábado, dia 02 de maio, às 15h.

Somos programados para acreditar em Deus?


Somos programados para 
acreditar em Deus?


Psicólogos, filósofos, antropólogos e neurocientistas sugerem possíveis explicações para a nossa disposição natural de acreditar, 
e para o poderoso papel que a

religião parece ter em nossas 
vidas emocionais e sociais.



A religião – a crença em seres sobrenaturais, incluindo deuses e fantasmas, anjos e demônios, almas e espíritos – está presente em todas as culturas e permeia toda a História.
A discussão sobre a vida após a morte remonta a, pelo menos, 50.000 a 100.000 anos atrás.
É difícil obter dados precisos sobre o número de crentes de hoje, mas algumas pesquisas sugerem que até 84% da população do mundo são membros de grupos religiosos ou dizem que a religião é importante em suas vidas.
Vivemos numa era de acesso ao conhecimento científico sem precedentes, o que alguns acreditam que é incompatível com a fé religiosa. Então, por que a religião é tão difundida e persistente?
Os psicólogos, filósofos, antropólogos e até mesmo os neurocientistas sugerem possíveis explicações para a nossa disposição natural de acreditar, e para o poderoso papel que a religião parece ter em nossas vidas emocionais e sociais. 


Morte, cultura e poder
 


Mas antes de falar das teorias atuais, é preciso entender como surgiram as religiões e o papel que elas tiveram na vida de nossos ancestrais.
As primeiras atividades religiosas foram em resposta a mudanças corporais, físicas ou materiais no ciclo da vida humana, especialmente a morte.
Os rituais de luto são uma das mais antigas formas de experiência religiosa. Muitos de nossos antepassados não acreditavam que a morte era necessariamente o fim da vida – era apenas uma transição.
Alguns acreditavam que os mortos e outros espíritos podiam ver o que estava acontecendo no mundo e ainda tinham influência sobre os eventos que estão ocorrendo.
E essa é uma noção poderosa. A ideia de que os mortos ou até mesmo os deuses estão com a gente e podem intervir em nossas vidas é reconfortante, mas também nos leva a ter muito cuidado com o que fazemos.
Os seres humanos são essencialmente sociais e, portanto, vivem em grupos. E como grupos sociais tendem à hierarquia, a religião não é exceção.
Quando há um sistema hierárquico, há um sistema de poder. E em um grupo social religioso, a hierarquia localiza seu membro mais poderoso: a divindade – Deus.
É para Deus que temos de prestar contas. Hoje em dia, a religião e o poder estão conectados. Estudos recentes mostram que lembrar de Deus nos faz mais obedientes.
Até em sociedades que reprimiram a fé, surgiu algo que tomou seu lugar, como o culto a um líder ou ao Estado.
E quanto menos estável é um país politica ou economicamente, mais provável que as pessoas busquem refúgio na religião. Os grupos religiosos podem, ao menos, oferecer o apoio que o Estado não fornece a quem se sente marginalizado.
Assim, fatores sociais ajudam a desenvolver e fortalecer a fé religiosa, assim como a forma de nos relacionamos com o mundo e com os outros.



Outras mentes


Em todas as culturas, os deuses são, essencialmente, pessoas, mesmo quando têm outras formas.
Hoje, muitos psicólogos pensam que acreditar em deuses é uma extensão do nosso reconhecimento, como animais sociais, da existência de outros. E uma demonstração da nossa tendência de ver o mundo em termos humanos.
"Nós projetamos pensamentos e sentimentos humanos em outros animais e objetos, e até mesmo nas forças naturais – e essa tendência é um dos pilares da religião."
Assim argumentou-se que a crença religiosa pode ser baseada em nossos padrões de pensamento e de cultura humana. Alguns cientistas, no entanto, foram além e analisaram nossos cérebros em busca do lendário “ponto Deus“.



Deus no cérebro

Os neurocientistas têm tentado comparar os cérebros dos crentes e ao dos céticos, para ver o que acontece no nosso cérebro quando rezamos ou meditamos. Se conhece pouquíssimo sobre esse campo – mas há algumas pistas, especialmente no que diz respeito às aéreas cerebrais.
O córtex pré-frontal medial está fortemente associado com a nossa capacidade e tendência para entender os pensamentos e sentimentos dos outros. Muitos estudos têm mostrado que esta região do cérebro está especialmente ativa entre os crentes religiosos, especialmente quando estão rezando. Isso corrobora a visão de que a fé religiosa é uma forma de interação social.
Já o lobo parietal, de acordo com estudos pode estar envolvido em experiências religiosas, especialmente aquelas caracterizadas com a dissolução do ego.

Pontuando a vida

Na medida em que estamos constantemente à procura de padrões, estruturas e relações de causa-efeito, a religião pode fornecer uma variedade de estratégias para que essa busca faça sentido.
As crenças religiosas ajudam os seres humanos a se organizar e dar sentido a suas vidas. E em todas as culturas, e até mesmo entre ateus, os rituais podem ajudar a pontuar eventos importantes da vida.
Embora nem a neurociência, nem a antropologia e nem filosofia tenham uma resposta definitiva para a questão “Deus existe?”, todas essas disciplinas dão pistas sobre como nós respondemos às nossas mais profundas necessidades humanas.
Talvez não sejamos programados para acreditar em Deus ou em um poder sobrenatural, mas somos animais sociais com uma necessidade evolutiva de ficar conectado com o mundo e com os outros.
De repente, as religiões são apenas canais para permitir essas conexões.


FONTE: http://www.pragmatismopolitico.com.br/2015/04/por-que-acreditamos-em-deuses-fantasmas-anjos-e-demonios.html

segunda-feira, 27 de abril de 2015

DISCURSO DO Ministro do Supremo Tribunal Federal Dr. Luis Roberto Barroso

Ministro do Supremo Tribunal Federal Dr. Luis Roberto Barroso

Pessoal, na moral!!!

Existem momentos da nossa vida que valem um eternidade. A cerimônia de formatura de uma pessoa num curso superior, seja ele qual for, é o instante que fecha com chave de ouro o fim de um ciclo para que outro se inicie.
A escolha de um patrono é uma responsabilidade muito grande, pois esse escolhido tem de representar os anseios, os sonhos e o perfil dos formandos que o escolheu.
Logo abaixo nós vamos ler, na íntegra, o discurso do patrono da turma de novos bacharéis  em direito  - 2014, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro – UERJ, o Ministro do Supremo Tribunal Federal Dr. Luis Roberto Barroso.

 


Esse discurso emocionou os internautas e viralizou no Facebook obtendo mais de 47 mil acessos.

Leia o texto na íntegra:

A vida e o Direito: breve manual de instruções

I. Introdução

Eu poderia gastar um longo tempo descrevendo todos os sentimentos bons que vieram ao meu espírito ao ser escolhido patrono de uma turma extraordinária como a de vocês. Mas nós somos – vocês e eu – militantes da revolução da brevidade. Acreditamos na utopia de que em algum lugar do futuro juristas falarão menos, escreverão menos e não serão tão apaixonados pela própria voz.
Por isso, em lugar de muitas palavras, basta que vejam o brilho dos meus olhos e sintam a emoção genuína da minha voz. E ninguém terá dúvida da felicidade imensa que me proporcionaram. Celebramos esta noite, nessa despedida provisória, o pacto que unirá nossas vidas para sempre, selado pelos valores que compartilhamos.

É lugar comum dizer-se que a vida vem sem manual de instruções. Porém, não resisti à tentação – mais que isso, à ilimitada pretensão – de sanar essa omissão. Relevem a insensatez. Ela é fruto do meu afeto. Por certo, ninguém vive a vida dos outros. Cada um descobre, ao longo do caminho, as suas próprias verdades. Vai aqui, ainda assim, no curto espaço de tempo que me impus, um guia breve com ideias essenciais ligadas à vida e ao Direito.

II. A regra nº 1

No nosso primeiro dia de aula eu lhes narrei o multicitado "caso do arremesso de anão". Como se lembrarão, em uma localidade próxima a Paris, uma casa noturna realizava um evento, um torneio no qual os participantes procuravam atirar um anão, um deficiente físico de baixa altura, à maior distância possível. O vencedor levava o grande prêmio da noite. Compreensivelmente horrorizado com a prática, o Prefeito Municipal interditou a atividade.

Após recursos, idas e vindas, o Conselho de Estado francês confirmou a proibição. Na ocasião, dizia-lhes eu, o Conselho afirmou que se aquele pobre homem abria mão de sua dignidade humana, deixando-se arremessar como se fora um objeto e não um sujeito de direitos, cabia ao Estado intervir para restabelecer a sua dignidade perdida. Em meio ao assentimento geral, eu observava que a história não havia terminado ainda.

E em seguida, contava que o anão recorrera em todas as instâncias possíveis, chegando até mesmo à Comissão de Direitos Humanos da ONU, procurando reverter a proibição. Sustentava ele que não se sentia – o trocadilho é inevitável – diminuído com aquela prática. Pelo contrário.

Pela primeira vez em toda a sua vida ele se sentia realizado. Tinha um emprego, amigos, ganhava salário e gorjetas, e nunca fora tão feliz. A decisão do Conselho o obrigava a voltar para o mundo onde vivia esquecido e invisível.

Após eu narrar a segunda parte da história, todos nos sentíamos divididos em relação a qual seria a solução correta. E ali, naquele primeiro encontro, nós estabelecemos que para quem escolhia viver no mundo do Direito.

Esta era a regra nº 1: Nunca forme uma opinião sem antes ouvir os dois lados.

III. A regra nº 2

Nós vivemos em um mundo complexo e plural. Como bem ilustra o nosso exemplo anterior, cada um é feliz à sua maneira. A vida pode ser vista de múltiplos pontos de observação. Narro-lhes uma história que li recentemente e que considero uma boa alegoria. Dois amigos estão sentados em um bar no Alaska, tomando uma cerveja. Começam, como previsível, conversando sobre mulheres. Depois falam de esportes diversos. E na medida em que a cerveja acumulava, passam a falar sobre religião. Um deles é ateu. O outro é um homem religioso. Passam a discutir sobre a existência de Deus. O ateu fala: "Não é que eu nunca tenha tentado acreditar, não. Eu tentei. Ainda recentemente. Eu havia me perdido em uma tempestade de neve em um lugar ermo, comecei a congelar, percebi que ia morrer ali. Aí, me ajoelhei no chão e disse, bem alto: Deus, se você existe, me tire dessa situação, salve a minha vida". Diante de tal depoimento, o religioso disse: “Bom, mas você foi salvo, você está aqui, deveria ter passado a acreditar". E o ateu responde: "Nada disso! Deus não deu nem sinal. A sorte que eu tive é que vinha passando um casal de esquimós. Eles me resgataram, me aqueceram e me mostraram o caminho de volta. É a eles que eu devo a minha vida". Note-se que não há aqui qualquer dúvida quanto aos fatos, apenas sobre como interpretá-los.

Quem está certo? Onde está a verdade? Na frase feliz da escritora Anais Nin: “Nós não vemos as coisas como elas são, nós as vemos como nós somos”. Para viver uma vida boa, uma vida completa, cada um deve procurar o bem, o correto e o justo. Mas sem presunção ou arrogância. Sem desconsiderar o outro.

Aqui a nossa regra nº 2: A verdade não tem dono.

IV. A regra nº 3

Uma vez, um sultão poderoso sonhou que havia perdido todos os dentes. Intrigado, mandou chamar um sábio que o ajudasse a interpretar o sonho. O sábio fez um ar sombrio e exclamou: "Uma desgraça, Majestade. Os dentes perdidos significam que Vossa Alteza irá assistir a morte de todos os seus parentes". Extremamente contrariado, o Sultão mandou aplicar cem chibatadas no sábio agourento. Em seguida, mandou chamar outro sábio. Este, ao ouvir o sonho, falou com voz excitada: "Vejo uma grande felicidade, Majestade. Vossa Alteza irá viver mais do que todos os seus parentes". Exultante com a revelação, o Sultão mandou pagar ao sábio cem moedas de ouro. Um cortesão que assistira a ambas as cenas vira-se para o segundo sábio e lhe diz: "Não consigo entender. Sua resposta foi exatamente igual à do primeiro sábio. O outro foi castigado e você foi premiado". Ao que o segundo sábio respondeu: "A diferença não está no que eu falei, mas em como falei".

Pois assim é. Na vida, não basta ter razão: é preciso saber levar. É possível embrulhar os nossos pontos de vista em papel áspero e com espinhos, revelando indiferença aos sentimentos alheios. Mas, sem qualquer sacrifício do seu conteúdo, é possível, também, embalá-los em papel suave, que revele consideração pelo outro.

Esta a nossa regra nº 3: O modo como se fala faz toda a diferença.

V. A regra nº 4

Nós vivemos tempos difíceis. É impossível esconder a sensação de que há espaços na vida brasileira em que o mal venceu. Domínios em que não parecem fazer sentido noções como patriotismo, idealismo ou respeito ao próximo. Mas a história da humanidade demonstra o contrário. O processo civilizatório segue o seu curso como um rio subterrâneo, impulsionado pela energia positiva que vem desde o início dos tempos. Uma história que nos trouxe de um mundo primitivo de aspereza e brutalidade à era dos direitos humanos. É o bem que vence no final. Se não acabou bem, é porque não chegou ao fim. O fato de acontecerem tantas coisas tristes e erradas não nos dispensa de procurarmos agir com integridade e correção. Estes não são valores instrumentais, mas fins em si mesmos. São requisitos para uma vida boa. Portanto, independentemente do que estiver acontecendo à sua volta, faça o melhor papel que puder. A virtude não precisa de plateia, de aplauso ou de reconhecimento. A virtude é a sua própria recompensa.

Eis a nossa regra nº 4: Seja bom e correto mesmo quando ninguém estiver olhando.

VI. A regra nº 5

Em uma de suas fábulas, Esopo conta a história de um galo que após intensa disputa derrotou o oponente, tornando-se o rei do galinheiro. O galo vencido, dignamente, preparou-se para deixar o terreiro. O vencedor, vaidoso, subiu ao ponto mais alto do telhado e pôs-se a cantar aos ventos a sua vitória. Chamou a atenção de uma águia, que arrebatou-o em voo rasante, pondo fim ao seu triunfo e à sua vida. E, assim, o galo aparentemente vencido reinou discretamente, por muito tempo. A moral dessa história, como próprio das fábulas, é bem simples: devemos ser altivos na derrota e humildes na vitória. Humildade não significa pedir licença para viver a própria vida, mas tão-somente abster-se de se exibir e de ostentar. Ao lado da humildade, há outra virtude que eleva o espírito e traz felicidade: é a gratidão. Mas atenção, a gratidão é presa fácil do tempo: tem memória curta (Benjamin Constant) e envelhece depressa (Aristóteles). Portanto, nessa matéria, sejam rápidos no gatilho. Agradecer, de coração, enriquece quem oferece e quem recebe.

Em quase todos os meus discursos de formatura, desde que a vida começou a me oferecer este presente, eu incluo a passagem que se segue, e que é pertinente aqui. "As coisas não caem do céu. É preciso ir buscá-las. Correr atrás, mergulhar fundo, voar alto. Muitas vezes, será necessário voltar ao ponto de partida e começar tudo de novo. As coisas, eu repito, não caem do céu. Mas quando, após haverem empenhado cérebro, nervos e coração, chegarem à vitória final, saboreiem o sucesso gota a gota. Sem medo, sem culpa e em paz. É uma delícia. Sem esquecer, no entanto, que ninguém é bom demais. Que ninguém é bom sozinho. E que, no fundo no fundo, por paradoxal que pareça, as coisas caem mesmo é do céu, e é preciso agradecer".

Esta a nossa regra nº 5: Ninguém é bom demais, ninguém é bom sozinho e é preciso agradecer, ou seja, ser grato.

VII. Conclusão

Eis então as cláusulas do nosso pacto, nosso pequeno manual de instruções:

1. Nunca forme uma opinião sem ouvir os dois lados;
2. A verdade não tem dono;
3. O modo como se fala faz toda a diferença;
4. Seja bom e correto mesmo quando ninguém estiver olhando;
5. Ninguém é bom demais, ninguém é bom sozinho e é preciso agradecer.
Aqui nos despedimos. Quando meu filho caçula tinha 15 anos e foi passar um semestre em um colégio interno fora, como parte do seu aprendizado de vida, eu dei a ele alguns conselhos. Pai gosta de dar conselho. E como vocês são meus filhos espirituais, peço licença aos pais de vocês para repassá-los textualmente, a cada um, com toda a energia positiva do meu afeto:

(i) Fique vivo;
(ii) Fique inteiro;
(iii) Seja bom caráter;
(iv) Seja educado; e
(v) Aproveite a vida, com alegria e leveza.

Vão em paz. Sejam abençoados. Façam o mundo melhor. E lembrem-se da advertência inspirada de Disraeli: "A vida é muito curta para ser pequena".


Fonte: http://paginadoenock.com.br/ha-poucos-dias-o-ministro-do-supremo-tribunal-federal-luis-roberto-barroso-foi-patrono-da-turma-de-direito-da-uerj-de-2014-da-qual-tinha-sido-professor-seu-discurso-virou-hit-na-internet-com-mais/

domingo, 26 de abril de 2015

A mais nova Miss Recife é representante do bairro de Casa Amarela - Paula Brandão!!!


A mais nova Miss Recife é representante do bairro de Casa Amarela - Paula Brandão!!!
 

Um close na mais nova Miss Recife - Paula Brandão


  Sob a batuta da MP Produções, o Concurso do Miss Recife 2015 trás para o público um evento de muito glamour, recheado de elegância e beleza, expostos na passarela dos sonhos das participantes, bem como dos seus familiares que, da plateia, torciam e se agitavam a cada entrada das candidatas. 
Neste ano a vencedora foi a belíssima jovem do bairro de Casa Amarela - Paula Brandão.
A jovem de 24 anos foi coroada por Mayra Menezes a Miss Recife 2011. 


A representante do bairro de Casa Amarela, vencedora do Miss Recife 2015, Paula Brandão
 
 As top 12 do Miss Recife - 2015
Jurados escolheram as candidatas que ficaram no Top 12 do Miss Recife Líbia Florentino/LeiaJáImagens
   

Após o desfile com traje de banho, os apresentadores do concurso, Beto Café e Walesca Andrade, revelaram para o público presente a candidata que foi eleita Miss Simpatia pelas próprias concorrentes. A faixa de Miss Simpatia foi entregue pelo Mister Pernambuco 2015, Felipe Zoob. A Miss Pina, Marina Marino, ficou com o título. 
Miss elegância foi entregue pela Blogueira e jurada Aline Fraga. O júri avaliou o porte das candidatas durante o desfile de gala, optando pela Miss Espinheiro, Étila Santiago, como a que melhor representa a elegância.
A equipe de fotografia escolheu a Miss Fotogenia. A escolhida foi Poliana Alencar, a Miss Rosarinho, que recebeu a faixa das mãos da blogueira e Jurada Aline Fraga.
Cerca de 400 mil votos na enquete promovida pelo Portal Leiajá elegeram a Miss Popularidade. A candidata Priscila Lacerda recebeu a faixa das mãos editor geral do portal, Eduardo Cavalcanti. Durante a entrega do Prêmio, ele comentou que o hotsite especial do concurso recebeu quase meio milhão de visualizações.

Conheça as candidatas eleitas no Top 12 do Miss Recife:

Miss Poço da Panela – Priscila Lacerda
Miss Casa Amarela – Paula Brandão
Miss Boa Viagem – Brenda Arruda
Miss Pina – Marina Marino
Miss Iputinga – Carolina Marques
Miss Espinheiro – Etila Santiago
Miss Madalena – Lais Veríssimo
Miss Rosarinho – Poliana Alencar
Miss Parnamirim -  Ana Bernardo
Miss Aflitos – Karen Monte
Miss Apipucos – Roberta Xavier
Miss Cidade Universitária – Flavianne Estrela

 

 Definidas as 6 finalistas do 
Miss Recife 2015


As candidatas eleitas no Top 12 desfilaram mais uma vez. Enquanto as meninas retornavam à passarela, o currículo de cada concorrente era apresentado ao público.


Em entrevista ao Portal LeiaJá, os modelos internacionais Luana Mourato e Arthur Sales, que compõem o Júri, comentaram os critérios que utilizaram na escolha das suas favoritas. “A elegância da candidata na passarela é um diferencial. O sorriso também é um destaque que causa impacto imediato”, afirmou Arthur Sales.


Beleza é fundamental num concurso de Miss, pois elas podem a vir a representar o Estado e até o país. Além desse requisito importante, a confiança que as candidatas passam durante o desfile será um bônus na hora da escolha”, comentou Luana Mourato.


Antes do anúncio das finalistas, uma apresentação especial do corpo de balé e pelas próprias finalistas, já trajando os maiôs exclusivos, elaborados pela estilista Valéria Martins.


Os Jurados tiveram mais uma oportunidade de avaliar as postulantes à coroa detalhadamente e elegeram as seguintes candidatas para a última etapa antes do anúncio da grande vencedora:





Miss Rosarinho – Poliana Alencar


Miss Apipucos – Roberta Xavier


Miss Casa Amarela – Paula Brandão


Miss Espinheiro – Etila Santiago


Miss Aflitos – Karen Monte


Miss Boa Viagem – Brenda Arruda



Após o certame, os organizadores do evento, todos regojizados com o espetáculo de primeira grandeza, organizado pela MP produções, saíram satisfeitos com mais este empreendimento em que os destaques foram, além da beleza da mulher recifense, a inteligência, o carisma e o brilhantismo com que todos apresentaram neste concurso.
Parabéns estão os parceiros que, direta ou indiretamente, contribuíram para que o Miss Recife 2015 transcorresse na mais perfeita harmonia, e que por isso, foi um sucesso de todos!!!


FONTE: http://www.leiaja.com/